<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611488375482595902</id><updated>2011-07-28T22:35:06.654-07:00</updated><title type='text'>PC do B Lages</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pcdoblages.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcdoblages.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>PC do B Lages</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611488375482595902.post-4885248018017046340</id><published>2009-09-17T09:13:00.000-07:00</published><updated>2009-09-17T09:14:07.197-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;pre class="western" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;CONFERÊNCIA MUNICIPAL DO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL - PC do B - Lages&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611488375482595902-4885248018017046340?l=pcdoblages.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcdoblages.blogspot.com/feeds/4885248018017046340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611488375482595902&amp;postID=4885248018017046340' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/4885248018017046340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/4885248018017046340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcdoblages.blogspot.com/2009/09/conferencia-municipal-do-partido.html' title=''/><author><name>PC do B Lages</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611488375482595902.post-1296855750337432100</id><published>2008-04-09T13:12:00.000-07:00</published><updated>2008-04-09T13:18:13.519-07:00</updated><title type='text'>eleições 2008</title><content type='html'>Partidos fecham aliança para disputar as eleições de outubro&lt;br /&gt;03 de Abril de 2008&lt;br /&gt;Seis partidos políticos de Lages (PDT, PV, PTB, PCdoB, PSB e P-Sol) se uniram e criaram um grupo denominado Bloco Partidário Lageano, com vistas às eleições municipais de 5 de outubro. A intenção dos líderes das siglas é lançar candidato para as eleições majoritária e proporcional. O bloco criou uma Carta de Intenções. No caso do P-Sol, porém, o partidário Juarez Pereira afirmou que não há nada decido em relação à coligação.&lt;br /&gt;Segundo o presidente municipal do PDT, Helder Dotto, o bloco nasceu com o propósito de mostrar à população lageana que é possível construir juntos um projeto administrativo amplamente democrático, e que represente os mais diversos segmentos da sociedade. "O bloco é inovador e foi criado respeitando a individualidade e os princípios ideológicos de cada sigla", disse.&lt;br /&gt;A aliança está praticamente consolidada e as convenções municipais dificilmente vão alterá-la. Por outro lado, o bloco está de portas abertas a outros partidos, desde que haja uma convergência de princípios ideológicos. Isso quer dizer que se surgir um nome de peso o bloco deve apoiar. O único partido descartado de antemão é o D25 (antigo PFL, Democratas ou DEM) por questões ideológicas.&lt;br /&gt;Interrogado sobre a possibilidade de fazer aliança com o deputado federal Fernando Coruja (PPS) na majoritária, Dotto disse que é possível sim, porém comentou que prefere vê-lo em Brasília. O líder pedetista informou que na noite de quinta-feira (27) Coruja havia marcado uma reunião com o PDT, partido pelo qual o deputado foi eleito prefeito de Lages e ainda mantêm muita afinidade, para tratar das eleições.&lt;br /&gt;O bloco, segundo Dotto, quer oferecer ao lageano uma nova opção de lideranças capazes de promover em conjunto um novo projeto administrativo para Lages, com vistas a criação de projetos voltados à inclusão social, priorizando áreas básicas como saúde, educação, habitação, infra-estrutura e geração de emprego e renda, com ênfase à qualificação profissional.&lt;br /&gt;De acordo com o líder do PV, Domingos Valente, o grupo está preparado para o embate eleitoral. "Esse bloco poderia até ter uma ‘vassoura’ como símbolo para varrer o que existe de errado em nossa cidade", disse Valente. Esse símbolo e campanha pertenceram a Jânio Quadros, eleito presidente da República em 1960, e que ficou apenas sete meses no poder. "Temos argumentos de sobra para questionar a administração, tanto o governo municipal como o estadual, sobre o que fizeram por Lages ao longo dos anos", enfatizou. O anúncio da criação do bloco ocorreu quinta-feira (27).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611488375482595902-1296855750337432100?l=pcdoblages.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcdoblages.blogspot.com/feeds/1296855750337432100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611488375482595902&amp;postID=1296855750337432100' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/1296855750337432100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/1296855750337432100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcdoblages.blogspot.com/2008/04/eleies-2008.html' title='eleições 2008'/><author><name>PC do B Lages</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611488375482595902.post-563556169889718549</id><published>2008-03-27T19:12:00.000-07:00</published><updated>2008-03-27T19:14:07.363-07:00</updated><title type='text'>Atualidade do "Que fazer?" de Lenin</title><content type='html'>&lt;center&gt;    &lt;table bgcolor="#ffff80" border="0" bordercolor="#800000" cellpadding="0" cellspacing="0" width="90%"&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td&gt;       &lt;h1&gt;        Actualidade do “Que fazer?” de Lenine       &lt;/h1&gt;       &lt;span style="font-size:130%;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;        &lt;b&gt;          por Atilio A. Boron          &lt;a href="http://resistir.info/argentina/boron_que_fazer.html#asterisco"&gt;[*]&lt;/a&gt;         &lt;/b&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;       &lt;b&gt;         Extracto do estudo preliminar “Actualidade do          &lt;i&gt;          Que Fazer?         &lt;/i&gt;         ” para a edição de          &lt;i&gt;          “Que Fazer? Problemas candentes do nosso movimento”          &lt;/i&gt;         de Lenine,  publicada pelas Ediciones Luxemburg (Buenos Aires), Outubro de 2004.        &lt;/b&gt;        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       Há que louvar a decisão da casa editora Luxemburg de reeditar um        texto de excepcional importância teórica e prática como        é o         &lt;i&gt;         Que Fazer?        &lt;/i&gt;         de Lenine. É evidente que se trata ao mesmo tempo de uma decisão        a um tempo oportuna e desafiadora. Segundo Marcel Liebman  —  autor de um        notável estudo sobre o pensamento político de Lenine que, a        trinta anos da sua publicação original em língua francesa,        continua a ser uma referência imprescindível sobre a        matéria  — todos quantos se interessam pelo estudo de Lenine        tropeçam “com a extrema pobreza de uma bibliografia abundante mas        geralmente muito estéril” (Liebman, 1978: 9). Uma das razões        principais desta infeliz situação reside na incontornável        politicidade de toda a obra de Lenine.  Pronunciar-se a seu favor ou contra        não é uma questão académica, mas antes um acto de        vontade política.  A consequência foi a constituição        de uma polaridade cujos dois extremos são igualmente negativos quando        chega o momento de tentar compreender o significado da herança        leninista: ou a sua sacralização na União        Soviética, transformando “uma teoria subversiva num sistema        apologético de uma certa ordem estabelecida; ou então a sua        satanização na literatura académica do Ocidente (Liebman,        1978: 10-11). É pois necessário restabelecer o equilíbrio        histórico em redor de uma obra como a que o leitor tem nas suas        mãos, evitando extremos esterilizantes. A conjuntura política da        América do Sul no início do século XXI exige de forma        gritante uma releitura séria, crítica e criativa da obra de        Lenine.        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       Não será demais observar que uma proposta deste tipo vai a        contracorrente dos lugares comuns e dos arraigados preconceitos que prevalecem        na esquerda latino-americana no momento actual. Entre estes sobressaem a sua        irracionalidade  e a  —  politicamente suicida —         negação de toda a série de problemas centrais no nosso        tempo, como as questões relativas à organização das        forças populares, a laboriosa construção de uma cultura        política e uma consciência genuinamente revolucionárias e        os desafios que põe a conquista do poder nas sociedades        contemporâneas. Tem o texto clássico de Lenine algo a dizer-nos em        face de todos estes problemas? A opinião de quem escreve estas linhas        é que sim, que uma releitura do         &lt;i&gt;         Que fazer?        &lt;/i&gt;         (ver adiante,         &lt;i&gt;         Que Fazer?        &lt;/i&gt;        ) pode trazer sugestivas iluminações que melhor permitam        enfrentar estes desafios em melhores condições. Que fique claro:        com isto não queremos dizer que neste livro se encontrem as respostas        às interrogações que hoje nos afligem, mas tão        somente que na sua leitura encontraremos valiosos elementos para construir as        soluções práticas que exige o momento actual.        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;b&gt;         O ESPELHO LATINO AMERICANO        &lt;/b&gt;        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       Lemos Lenine a partir da América Latina e a pertinência das suas        reflexões reafirma-se quando se examinam alguns acontecimentos recentes        da nossa história. Com efeito, nestes últimos anos a        região viu-se sacudida por uma série de grandes        mobilizações populares precipitadas pelo fracasso do        neoliberalismo, incapaz de cumprir a sua promessa de fazer crescer a economia e        distribuir os seus frutos e os efeitos arrasadores que a desordem dos mercados        produz nas nossas sociedades. Examinámos este tema noutro lugar, de modo        que não repetiremos a argumentação nesta ocasião        (Boron 2003). Basta recordar que neste últimos anos a        insurreição popular pôs fim a governos neoliberais no        Equador — em 1997 e em 2000; no Peru, acabando com a autocracia de        Fujimori (2000); na Argentina, derrubando o governo impopular de duvidosa        legitimidade — pelo exercício do poder, que não pela sua        origem — e ineficaz da Aliança em dezembro de 2001; e por fim na        Bolívia onde em Outubro de 2003 as massas camponesas e indígenas        desalojaram do poder Gonzalo Sanchez de Losada. No entanto estas gestas dos        dominados foram tão vigorosas como ineficazes. As massas saídas        à rua num alarde de espontaneismo e indiferentes perante as        questões de organização, não puderam nem instaurar        governos de sinal contrário aqueles que defenestraram com as suas lutas        nem construir um sujeito político capaz de modificar num sentido        progressista a correlação das forças existentes nas suas        respectivas sociedades. Daí que pouco depois destas revoltas se tivesse        produzido uma restauração das forças políticas ou        claramente identificadas com o neoliberalismo — casos do Equador e do        Perú — ou ainda, como acontece sobretudo no caso argentino, que        proclamam ruidosamente o seu repúdio a essa ideologia mas sem que        até ao momento em que escrevo estas linhas tenham dado sinais de        implementar uma política alternativa ao neoliberalismo. O caso da        Bolívia é mais ou menos semelhante ao argentino.        Situação diferente mas seja como for situada no mesmo campo de        problemas, é a que se configura no Brasil: um partido de esquerda        organizado sobre bases manifestamente “anti-leninistas” —        precisamente para superar alguns dos impedimentos da concepção        clássica do partido revolucionário — chega ao poder        sustentado por 52 milhões de votos para depois atirar pela borda fora as        suas promessas, a sua história e a sua própria identidade e        acabar erigindo-se em campeão da ortodoxia do Consenso de Washington,        segundo a avaliação de toda a imprensa financeira internacional e        os intelectuais orgânicos do capital financeiro. A sua        capitulação tornou-se patente desde o primeiro dia, quando o        “superministro” das Finanças António Palocci,        depositário do poder político real no Brasil pronunciou esta        patética frase: “agora vamos mudar a economia sem mudar a        política económica”.  O que aconteceu desde então        nesse país poupa-nos mais comentários.        &lt;br /&gt;                 &lt;br /&gt;       Podíamos aperceber-nos desta sucessão de grandes        frustrações aludindo à “hipótese        leninista”, ou seja, argumentando que as mesmas têm a sua origem no        abandono das teses principais do         &lt;i&gt;         Que Fazer?        &lt;/i&gt;          É claro que não, dado que há muitos factores que        convergem para explicar um desenlace tão lamentável.  Mas sem        quaisquer dúvidas muitas delas têm a ver com o esquecimento de        certos ensinamentos que o revolucionário russo havia plasmado na sua        obra. Por esse motivo, provoca uma fundada inquietação a        ausência dos temas da consciência e da organização        nas discussões latino americanas a respeito da conjuntura. Parte-se do        pressuposto de que o heroísmo das massas e a notável        abnegação com que lutaram as exime a qualquer reflexão        crítica. Pode parecer antipático ou arrogante, mas nem o        heroísmo nem a abnegação justificam a ausência de        uma reflexão sobre o assunto. Costuma dizer-se que há uma crise        na chamada “forma partido”. O que é correcto. O mesmo poderia        dizer-se com a “forma sindicato” por múltiplas razões.        Mas o que surpreende na actual conjuntura, não apenas na América        Latina mas também a nível mundial, é que as forças        sociais que movimentam a resistência ao neoliberalismo parecem ter-se        conformado em proclamar a obsolescência dessas formas tradicionais de        representação política, desligando-se por completo da        necessidade de discutir o tema e buscar novas vias e modelos organizativos. Em        vez disso, foi ganhando espaço uma espécie de romantismo        político que consiste em exaltar a combatividade dos novos sujeitos        contestatários que substituem o moribundo proletariado clássico,        elogiar a criatividade patente nas suas lutas e a originalidade das suas        tácticas, e proclamar a caducidade das concepções        teóricas que se preocupam com as questões do poder, do Estado e        dos partidos.  As classes sociais diluem-se nos nebulosos contornos da        “multidão”; os problemas do Estado, desapareceram com o auge        do “Estado-centrismo” ou os repetidos anúncios do fim do        Estado-nação; e a questão crucial e inadiável do        poder desvanece-se perante as teorizações do        “contra-poder” (Hardt e Negri: 2000) ou a demonização a        que este é submetido nas concepções do        “anti-poder” que brotam da pena de um dos intelectuais do zapatismo        como John Holloway (2002).        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       Esta carência contrasta desfavoravelmente com a intensidade e        profundidade do debate que estalou na Europa há pouco mais de um        século em torno destes mesmos problemas, e do qual o         &lt;i&gt;         Que Fazer?        &lt;/i&gt;         é um dos mais brilhantes expoentes. A aceitação pelas        massas do domínio do capital e a sua crescente rebeldia em alguns        países — principalmente na Rússia Czarista — deu lugar        a uma das controvérsias mais extraordinárias na história        do movimento socialista internacional onde personagens como Edouard Bernstein,        Karl Kautsky, Rosa Luxemburgo, Vladimir I. Ulianov, mais conhecido como Lenine,        e posteriormente Antón Pannekoek, Karl Korsch e António Gramsci,        trouxeram contribuições de grande importância. Na        questão que nos ocupa há que dizer que Lenine sobressai entre        todos os outros pela sua preocupação sistemática em torno        dos problemas organizativos.  No dizer de Liebman:  “…a        própria ideia de         &lt;i&gt;         organização        &lt;/i&gt;         ocupa no leninismo um lugar essencial:         &lt;i&gt;         organização        &lt;/i&gt;         do aparelho revolucionário,         &lt;i&gt;         organização        &lt;/i&gt;         da própria revolução,         &lt;i&gt;         organização         &lt;/i&gt;         da sociedade surgida da revolução” (1978: 20, destacado no        original).        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       Esta verdadeira obsessão, explicável sem dúvida pela        fenomenal desorganização imperante no campo popular durante o        czarismo, aparece já com toda a clareza na primeira obra importante de        Lenine,         &lt;i&gt;         Quem são os amigos do povo?        &lt;/i&gt;        , escrito quando acabava de fazer 24 anos de idade. Nesse livrinho, Lenine        coloca o tema da organização no topo da agenda da nascente        social-democracia russa. Pouco depois de ter publicado o         &lt;i&gt;         Que Fazer?        &lt;/i&gt;         escreveu que “o proletariado, na sua luta pelo poder, não tem        outra arma que não seja a organização”,        afirmação esta que é mais verdadeira hoje do que ontem.         Daí o impiedoso ataque de Lenine àquilo que, como veremos mais        adiante, denominava de “formas artesanais” de        organização dos círculos sociais-democratas russos.        Citando fontes testemunhais do tempo, Liebman comenta que entre 1895 e 1902, o        tempo necessário à polícia política do czarismo        para identificar os membros de um circulo social-democrata em Moscovo,        surpreendê-los no seu lugar de reunião e proceder à sua        prisão e eventual deportação para a Sibéria, era        apenas de três meses. De facto, em 1898 funda-se em Minsk o Partido        Trabalhador Social-Democrata Russo (POSR), mas o “acontecimento não        teve qualquer alcance prático porque quase todos os delegados foram        detidos antes do encerramento do congresso” (Liebman, 1978: 22-25). Fontes        coincidentes indicam que pouco depois, mais de quinhentos activistas        social-democratas foram presos em toda a Rússia, e o movimento acabou        completamente esmagado pela repressão policial (Harding, 1977: 189). A        ênfase tão forte que Lenine pôs na questão da        constituição de uma organização partidária        sólida, duradoura, resistente às infiltrações dos        serviços de inteligência do czarismo e às suas diversas        operações, não tem a ver com um vezo autoritário do        autor do         &lt;i&gt;         Que Fazer?,        &lt;/i&gt;        como diz com suposta inocência a historiografia liberal, mas é        pelo contrário uma resposta absolutamente racional e apropriada, dadas        as condições particulares em que se desenvolvia a luta de classe        na Rússia dos czares. É ainda conveniente recordar que o        núcleo do problema da organização era, em Lenine, para        lá de qualquer outra consideração, uma questão        política ligada estreitamente à sua concepção de        estratégia revolucionária. Não se tratava, pois, de uma        opção meramente técnica mas sim profundamente        política.        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       A importância da problemática organizativa no início do        século XX europeu estimulou um debate cujas vozes, pese a profundidade e        continuada vigência dos seus argumentos, mal se ouvem nos nossos dias. O        que parece caracterizar o actual momento da América Latina com ligeiras        variantes segundo os países, é uma incompreensível        aversão a qualquer tentativa de passar em revista ou discutir as        frustrações colhidas nos últimos anos, sobretudo se uma        tal tentativa se propõe tendo como pano de fundo uma nova releitura dos        clássicos do pensamento socialista. Pelo contrário, o que        predomina é uma espécie de hiper-activismo que se materializa na        exaltação da acção por si mesma e, em todo o caso,        na busca obsessiva de novos enfoques, conceitos e categorias que permitam        capturar as situações supostamente inéditas que devem        enfrentar as lutas emancipadoras  no nosso continente. O que se supõe        implícito em tal atitude — cujo pendor anti teórico é        evidente — é que pouco ou nada se pode aprender a partir do debate        que há pouco mais de um século brotou na Europa. A intensa        propaganda sobre a chamada “crise do marxismo” fez mossa nas        forças populares e expressa-se na recusa — visceral em alguns casos        — ou na indiferença mais ou menos generalizada perante toda a        tentativa de discutir a problemática da organização, a        estratégia política e a conquista do poder tendo como        referências teóricas os elementos abordados no debate        clássico do início do século XX europeu.  Em vez disso,        prosperam na região, sobretudo na Argentina mas também no        México e em muitos outros países, reflexões que        põem a esquerda perante a inutilidade, e, o que é mais, a        inconveniência de conquistar o poder.         &lt;a href="http://resistir.info/argentina/boron_que_fazer.html#notas"&gt;&lt;b&gt;[1]&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       A ausência desta discussão constitui um erro muito grave se se        tiver em conta que na conjuntura actual o cenário latino-americano        fornece uma riqueza e variedade de experiências populares realmente        notáveis mas nem por isso isentas de críticas. Fenómenos        como o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra do Brasil, o Zapatismo mexicano,        as organizações camponesas e indígenas no Equador e na        Bolívia, os “piqueteros” na Argentina, a formidável        mobilização do povo venezuelano na base da        Revolução Bolivariana do Presidente Hugo Chávez e outras        manifestações semelhantes e muito importantes na América        Central e no Caribe constituem um laboratório político muito        importante e complexo que não só merece o apoio militante de toda        a esquerda, mas também que lhes levemos os melhores esforços do        nosso intelecto. É necessário examinar todos os aspectos e        facetas da luta de classes na actual conjuntura e a relevância que, para        a sua adequada compreensão e orientação, contêm as        teorizações políticas mais variadas, tanto as        “clássicas” de princípios do século XX como as        contemporâneas às quais aludimos mais acima.        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       Pensando concretamente no caso do         &lt;i&gt;         Que Fazer?        &lt;/i&gt;         de Lenine a cena latino-americana oferece exemplos exaltantes.  A        história Argentina, caracterizada pelo excepcional vigor de um protesto        social — intermitentemente ressurgindo na segunda metade do século        XX, sobretudo a partir de 1945 — põe problemas práticos e        teóricos bastante interessantes. Quando o protesto irrompe na vida        estatal desencadeia um contagioso activismo de massas, como o que se evidenciou        nas jornadas de 19 e 20 de Dezembro de 2001, capaz de derrubar governos e        produzir um notável vazio de poder que precipitou a        designação de cinco presidentes em pouco mais de uma semana. E        contudo, tamanha demonstração de força dilui-se quando        chega a hora de “tomar o céu de assalto”, permitindo a        rápida recomposição do poder burguês e a        estabilização de dominação política e social        sem que nem sequer fique como herança deste fenomenal feito das massas a        constituição de um grande partido de esquerda ou, pelo menos, uma        grande coligação onde o arquipélago de pequenas        organizações da dita orientação pudesse pôr        em conjunto os seus esforços. Uma conclusão mais ou menos        semelhante pode extrair-se do “Outubro boliviano” de 2003. Como dar        conta de semelhante situação?        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       Se o caso argentino se podia sintetizar na fórmula “debilidade do        partido, vigor do activismo de base”, nos casos do Brasil e do Chile        acontece o contrário, sobretudo neste último:  vigor da        organização partidária, debilidade ou ausência, na        prática, do impulso social a partir da base.  O caso do Brasil é        bem ilustrativo: este grande país sul-americano não sabe ainda o        que é uma greve geral nacional;  nunca em toda a sua história se        produziu um acontecimento deste tipo, o que não é um dado        trivial, já que nos diz qualquer coisa acerca do estado de        consciência das massas e da sua capacidade de organização.         O Brasil, que é uma das sociedades mais desiguais e injustas do planeta,        apresenta uma paisagem política marcada pela assombrosa passividade das        suas classes e camadas populares.  No entanto, apesar disto, foi capaz de        produzir um dos partidos de esquerda mais importantes do mundo.  No caso        chileno, a combatividade da sua sociedade parece ter-se esgotado aquando do        extenso Inverno do regime de Augusto Pinochet primeiro e da prolongada        vigência do “pinochetismo sociológico” durante o        período da “democracia” que arranca em 1990 e cujos        lineamentos económicos, sociais e políticos mostram uma        notável continuidade com os do período precedente.  Uma vez mais:         terá Lenine alguma coisa a dizer sobre tudo isto?  Poderá        ajudar-nos a decifrar as complexidades actuais da política na nossa        região e, mais importante ainda, ajudar-nos a transformar esta        situação?        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;b&gt;         LENINE, O LENINISMO E O “MARXISMO-LENINISMO”        &lt;/b&gt;        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       A resposta às perguntas anteriores é afirmativa. Claro que para        tal, exige-se um trabalho prévio de destrinça.  Ou, se se quiser,        será necessário organizar uma espécie de        expedição arqueológica que nos permita recuperar a        herança leninista que subjaz por baixo desse amontoado de        falsificações, tergiversações e        manipulações perpetrado pelos ideólogos estalinistas e        seus epígonos e que se deu a conhecer com o nome de        “marxismo-leninismo”.        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       Não é segredo para ninguém que Lenine sofreu, às        mãos dos seus sucessores soviéticos, um duplo embalsamamento. O        do seu corpo, exposto durante longos anos como uma relíquia sagrada        às portas do Kremlin; e o das suas ideias “codificadas” por        Estaline em         &lt;i&gt;         Os Fundamentos do Leninismo         &lt;/i&gt;        (1924) e na         &lt;i&gt;         História do Partido Comunista (Bolchevique) da URSS         &lt;/i&gt;        (1953) porque segundo ele dizia, a obra que Lenine havia deixado inacabada,        deveria ser completada pelos seus discípulos, e ninguém melhor        apetrechado do que o próprio Estaline para acometer semelhante tarefa. O        certo é que a codificação do leninismo, a sua        transformação de um marxismo vivo e um “guia para a        acção” num manual de primeiros socorros para        revolucionários desorientados, teve lamentáveis        consequências para várias gerações de activistas e        lutadores sociais. A canonização do leninismo como uma doutrina        oficial do movimento comunista internacional acarretou gravíssimas         consequências no plano da teoria tanto como no da prática. Por um        lado, porque esterilizou os esforços de uma genuína        reflexão marxista em diferentes latitudes e precipitou a        formação daquilo a que Perry Anderson chamou o “marxismo        ocidental”, isto é, um marxismo inteiramente virado para a        problemática filosófica e epistemológica, que renuncia        às análises históricas, económicas e        políticas, para se converter, por esse motivo, num saber        esotérico encerrado em escritos quase herméticos que o afastaram        irremediavelmente das urgências e das necessidades das massas.  Um        marxismo que se esqueceu da décima primeira tese de Feurbach e o seu        apelo a transformar o mundo e não apenas a reflectir sobre o melhor modo        de o interpretar (Anderson, 1979).  Por outro lado, porque quando os principais        movimentos de esquerda e, fundamentalmente, os partidos que adoptaram o canon        “marxista-leninista”, demorou-se décadas a        apropriação colectiva das importantes contribuições        originadas pelo marxismo do século XX.  Basta recordar o atraso com que        se acedeu à imprescindível contribuição de        António Gramsci para o marxismo e de quem os         &lt;i&gt;         Cadernos do Cárcere         &lt;/i&gt;        que só recentemente se tornaram disponíveis, na sua        íntegra, em meados da década dos setenta, ou seja, quarenta anos        depois da morte do autor. Ou a demora produzida na incorporação        da sugestiva recreação do marxismo produzida a partir da        experiência chinesa, por Mao Tsé Tung. Ou o ostracismo em que caiu        a recriação do materialismo histórico saída da pena        de Carlos Mariátegui, que com razão, disse que “entre        nós o marxismo não pode ser decalque ou cópia”. Ou a        absurda condenação da obra, excelsamente refinada, de Gyorg        Lúkacs na Hungria. Mais próxima no tempo, essa        codificação anti-leninista dos ensinamentos de Lenine (e de Marx)        fez aparecer Fidel e o Che como se fossem aventureiros irresponsáveis,        até que a realidade e a história esmagaram com o seu peso as        tolices monumentais divulgadas pelos ideólogos soviéticos e os        seus principais divulgadores de cá e de lá.  É        difícil avaliar o prejuízo que tal tergiversação        provocou. Quantos erros práticos foram cometidos por vigorosos        movimentos populares ofuscados pelas receitas do        “marxismo-leninismo”?         &lt;a href="http://resistir.info/argentina/boron_que_fazer.html#notas"&gt;&lt;b&gt;[2]&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       Um tema polémico e que gostaríamos de deixar mencionado aqui        embora apenas de passagem, é o seguinte.  Os críticos do        marxismo, e em geral de qualquer proposta de esquerda, não poupam        energias para sublinhar que as deformações cristalizadas no        “marxismo-leninismo” não passam do produto inevitável        das sementes fortemente dogmáticas e autoritárias contidas na        obra de Marx e potenciadas pelo “despotismo asiático” que        supostamente se albergava na personalidade de Lenine. Para eles o estalinismo        com todos os seus horrores não é mais do que o remate natural do        totalitarismo inerente ao pensamento de Marx e à        teorização da obra prática de Lenine. Nada mais distante        da verdade.  Na realidade, o “marxismo-leninismo” é um produto        anti-marxista e anti-leninista por natureza.  Que Lenine tivesse apresentado no        Terceiro Congresso da Internacional Comunista, as famosas “21        condições” para se aceitarem os partidos que solicitassem        ingressar nela, e que tais condições tivessem uma linhagem que em        alguns casos conduzia directamente ao         &lt;i&gt;         Que Fazer?,        &lt;/i&gt;        não constitui uma evidência suficiente para apoiar tal        interpretação se se tiver em conta , como o próprio Lenine        o afirmara reiteradamente ao longo de toda a sua vida política, que tais        formulações adquiriam um carácter necessário apenas        sob a existência de determinadas condições        políticas, e que sob nenhum ponto de vista se tratava de        afirmações doutrinárias ou axiológicas de valor        universal em qualquer tempo e lugar. E isto é válido, muito        especialmente, como o próprio Lenine o afirma, no caso das teses        expostas no         &lt;i&gt;         Que Fazer?        &lt;/i&gt;                 &lt;a href="http://resistir.info/argentina/boron_que_fazer.html#notas"&gt;&lt;b&gt;[3]&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       Um oportuno e necessário “regresso a Lenine” nada tem pois a        ver com um regresso ao leninismo codificado pelos académicos        soviéticos; mas com uma nova releitura do brilhante político,        intelectual e estadista que com a Revolução Russa abriu uma nova        etapa na história universal.  Regressar a Lenine não significa        pois regressar a um texto sagrado, mumificado e lavrado em pergaminho, mas        antes regressar a um manancial inesgotável de que brotam questões        e interrogações que conservam a sua actualidade e        importância no momento actual. Interessam menos as respostas concretas e        pontuais que o revolucionário russo oferece na sua obra do que as        sugestões, perspectivas e enquadramentos contidos na mesma.  Não        se trata de voltar a um Lenine canonizado, porque esse já não        existe.  Foi pelos ares como o Estado que o havia erigido em ícon        tão grosseiro como inofensivo, abrindo-se a oportunidade, a primeira em        muitos anos, de aceder ao Lenine original sem a ultrajante        mediação dos seus intérpretes. Claro que o derrube do        erroneamente chamado “socialismo real” arrastou consigo, num        movimento muito vigoroso, toda a tradição teórica do        marxismo, e da qual Lenine é um dos máximos expoentes.         Felizmente estamos já a assistir à reversão desse mesmo        processo, mas há ainda um extenso caminho a percorrer.  Por outro lado,        também não se trata meramente de regressar, porque nós, os        que regressamos às fontes, já não somos os mesmos de        antes; se a história varreu com as excrescências estalinistas que        haviam impedido de captar adequadamente a mensagem de Lenine, fez o mesmo com        os dogmas que nos aprisionaram durante décadas.  Não a certeza        fundamental acerca da superioridade ética, política, social e        económica do comunismo como forma superior de civilização,        a mesma que abandonaram os fugitivos auto-denominados        “pós-marxistas”, mas sim as certezas marginais, no dizer de        Imre Lakatos, como por exemplo as que instituíam uma única forma        de organizar o partido da classe operária, ou uma determinada        táctica política o que, na apoteose da irracionalidade,        consagravam um novo Vaticano com o centro em Moscovo e dotado dos dons papais        da infalibilidade em tudo o que se relaciona com a luta de classes.  Tudo isso        desapareceu.  Estamos a viver o início de uma nova era.  É        possível, e além do mais necessário, proceder  uma nova        leitura da obra de Lenine, na certeza de que ela pode constituir um contributo        valiosíssimo para nos orientarmos nos desafios do nosso tempo.  Trata-se        de um regresso criativo e promissor:  não voltamos ao mesmo, nem temos a        mesma atitude.  O que persiste é o compromisso com a        criação de uma nova sociedade, com a superação        histórica do capitalismo. Persiste também a ideia da        superioridade integral do socialismo e da insanável injustiça e        desumanidade do capitalismo, e a vigência da décima primeira tese        de Marx sobre Feurbach que nos convidava não apenas a interpretar o        mundo, mas sobretudo a modificá-lo radicalmente.        &lt;br /&gt;       Buenos Aires, Setembro de 2004        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;span style="font-size:100%;"&gt;         &lt;b&gt;          Bibliografía         &lt;/b&gt;         &lt;br /&gt;        Anderson, Perry 1979          &lt;i&gt;          Consideraciones sobre el marxismo occidental         &lt;/i&gt;          (México: Siglo XXI Editores).         &lt;br /&gt;        Boron, Atilio A. 2003          &lt;i&gt;          Estado, capitalismo y democracia en América Latina         &lt;/i&gt;          (Buenos Aires: CLACSO) [Nova edição, corregida e aumentada].         &lt;br /&gt;        Boron, Atilio A. 2002 “Imperio: dos tesis equivocadas”, in          &lt;i&gt;          OSAL-Observatorio Social de América Latina         &lt;/i&gt;          (Buenos Aires: CLACSO) Nº 7, de Junho.         &lt;br /&gt;        Harding, Neil 1977          &lt;i&gt;          Lenin's Political Thought         &lt;/i&gt;          (Londres: Macmillan) Tomo I. Theory and Practice in the democratic revolution.         &lt;br /&gt;        Hardt, Michael y Negri, Antonio 2000          &lt;i&gt;          Empire         &lt;/i&gt;          (Cambridge Mass: Harvard University Press) [Tradução para o         castelhano: 2002          &lt;i&gt;          Imperio         &lt;/i&gt;          (Buenos Aires: Paidós)].         &lt;br /&gt;        Holloway, John 2002          &lt;i&gt;          Cambiar el mundo sin tomar el poder         &lt;/i&gt;          (Buenos Aires: Universidad Autónoma de Puebla/Herramienta).         &lt;br /&gt;        Liebman, Marcel 1978          &lt;i&gt;          La conquista del poder. El leninismo bajo Lenin. I         &lt;/i&gt;          (México: Editorial Grijalbo).         &lt;br /&gt;        Martínez Heredia, Fernando 2001          &lt;i&gt;          El corrimiento hacia el rojo         &lt;/i&gt;          (La Habana: Letras Cubanas).         &lt;br /&gt;        Stalin, José 1953          &lt;i&gt;          Historia del Partido Comunista         &lt;/i&gt;          (Bolchevique) de la URSS (Moscú: Edición Lenguas Extranjeras).         &lt;br /&gt;        Stalin, José 1946          &lt;i&gt;          Los fundamentos del Leninismo         &lt;/i&gt;          (Córdoba: Lautaro).         &lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;        &lt;a name="notas"&gt;&lt;b&gt;Notas&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;         &lt;br /&gt;        (1) É o caso da notável repercussão que, nesta parte do         mundo, tiveram as teorizações de John Holloway (2002) sobre o         “anti-poder” na evaporação metafísica que o tema         do “contra-poder” sofreu nas mãos de Michael Hardt e         António Negri, 2002; Boron 2002)         &lt;br /&gt;        (2) Um exame do impacto negativo do marxismo-leninismo sobre o pensamento         revolucionário cubano, e sobre o vibrante marxismo desse país,         encontra-se no excelente texto de Martinez Heredia (2001).  Consultar         especialmente o seu capítulo sobre “Izquierda y Marxismo en         Cuba”         &lt;br /&gt;        (3) Contudo, seria conveniente não esquecer que, como mostra Marcel         Liebman, houve um período (1908-1912) em que Lenine adoptou uma atitude         sumamente sectária (1978: 75-6).        &lt;/span&gt;        &lt;br /&gt;       &lt;b&gt;         &lt;br /&gt;          Desenvolvimento do Estudo Introdutório         &lt;/b&gt;         “        &lt;b&gt;         Actualidade do          &lt;i&gt;          ¿Que fazer?”, de          &lt;/i&gt;         Atilio Boron        &lt;/b&gt;        &lt;br /&gt;       O Espelho latino-americano        &lt;br /&gt;       Lenine, o leninismo e o “marxismo-leninismo”        &lt;br /&gt;       O contexto de produção do         &lt;i&gt;         Que Fazer?        &lt;/i&gt;        &lt;br /&gt;       a) O Auge do revisionismo        &lt;br /&gt;       b) As particularidades da situação política na        Rússia  czarista        &lt;br /&gt;       Teses principais        &lt;br /&gt;       a) Revisionismo, luta teórica e revolução        &lt;br /&gt;       b) A questão da consciência socialista: espontaneismo e        direcção consciente        &lt;br /&gt;       c) Política “sindicalista” e política social-democrata        &lt;br /&gt;       d) Sobre os métodos de organização e o        revolucionário profissional        &lt;br /&gt;       As críticas ao         &lt;i&gt;         Que Fazer?        &lt;/i&gt;        &lt;br /&gt;       A autocrítica de Lenine        &lt;br /&gt;       Elementos para uma avaliação, um século depois        &lt;br /&gt;       a) Corrigindo Marx        &lt;br /&gt;       b) Lenine, Weber, Michels        &lt;br /&gt;       c) Origem da consciência socialista        &lt;br /&gt;       d) Ensinamentos da história recente na América Latina        &lt;br /&gt;       O lugar de Lenine na história da teoria marxista        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;b&gt;         &lt;a name="asterisco"&gt;[*]&lt;/a&gt;         Secretário Executivo do Conselho Latino-Americano de Ciências         Sociais (CLACSO). Professor de Teoria Política e Social na Universidade         de Buenos Aires (UBA)         &lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;        O original encontra-se em          &lt;a href="http://www.rebelion.org/noticia.php?id=7718" target="_new"&gt; http://www.rebelion.org/noticia.php?id=7718&lt;/a&gt;        &lt;/b&gt;        &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;b&gt;         Este artigo encontra-se em         &lt;a href="http://resistir.info/" target="_new"&gt; http://resistir.info/&lt;/a&gt;         .        &lt;/b&gt;       &lt;/span&gt;      &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;/center&gt;   &lt;div align="right"&gt;    &lt;span style="font-size:-2;"&gt;     06/Dez/04    &lt;/span&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611488375482595902-563556169889718549?l=pcdoblages.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcdoblages.blogspot.com/feeds/563556169889718549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611488375482595902&amp;postID=563556169889718549' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/563556169889718549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/563556169889718549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcdoblages.blogspot.com/2008/03/atualidade-do-que-fazer-de-lenin.html' title='Atualidade do &quot;Que fazer?&quot; de Lenin'/><author><name>PC do B Lages</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611488375482595902.post-1648903020419846820</id><published>2007-11-11T13:57:00.000-08:00</published><updated>2007-11-11T14:07:17.744-08:00</updated><title type='text'>REVOLUÇÃO RUSSA - 1917-2007 - 90 ANOS</title><content type='html'>&lt;table style="border-collapse: collapse;" id="table2" border="0" cellpadding="0" width="98%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;Veja,                dia a dia, os principais acontecimentos da Revolução                Russa – que na verdade foram três: 1905, Fevereiro de 1917                e o confronto decisivo, em Outubro de 1917.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;              &lt;td align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;              &lt;td align="left"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" width="100%"&gt;                 &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                    &lt;td rowspan="10" bg="" style="color: rgb(0, 255, 153);" valign="top" width="22%"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;Primeiros                    &lt;br /&gt;                   passos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1883&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Fundado                      no exílio (Suíça) o Grupo &lt;i&gt;Emancipação                      do Trabalho&lt;/i&gt;, 1º círculo marxista russo., sob                      a liderança de George Plekanov (1856-1918).&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1885&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Plekanov                      publica o livro &lt;i&gt;A concepção materialista                      da história&lt;/i&gt;, obra clássica da filosofia                      marxista. &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1898&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;                       &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                          &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;1/3:                            1º Congresso do Partido Operário Social-Democrata                            Russo (POSDR), pioneiro do marxismo na Rússia;                            a polícia do czar prende todos os seus 9 delegados.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;td width="100"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/revolucao_russa/linha01.jpg" height="145" width="100" /&gt;&lt;br /&gt;                          &lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;Plekanov                            &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;                       &lt;/tr&gt;                     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1895&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;7/12:                      O jovem Vladimir Ilitch Ulianov, mais tarde conhecido como                      Lênin (1870-1924), é preso e deportado para a                      Sibéria&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1901&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;30/5/1901:                      O escritor russo Máximo Gorki sai da prisão                      graças ao empenho de Leon Tolstoi. Fora preso por ter                      publicado um poema, &lt;i&gt;Canção do tempestuoso                      Petrel&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1902&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Lênin                      conclui o livro &lt;i&gt;Que Fazer?&lt;/i&gt;, onde lança os fundamentos                      de sua teoria do partido revolucionário marxista.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1903&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;17/11:                      2º congresso do POSR, em Bruxelas; cisão entre                      os &lt;i&gt;bolcheviques&lt;/i&gt;, liderados por Lênin, e os &lt;i&gt;mencheviques&lt;/i&gt;,                      tendo à frente Julius Martov (1873-1923).&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1904&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;8/2:                      Começa a Guerra Russo-Japonesa, que desembocará                      na revolução russa de 1905.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td rowspan="2" align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1905&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; 2/1:                      A cidade russa de Porto Artur se rende ao Japão. A                      derrota produz a Revolução de 1905.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;3/1:                      Operários entram em greve na enorme usina metalúrgica                      Putilov, em Petrogrado.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;               &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;              &lt;td align="left"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;              &lt;td align="left"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" width="100%"&gt;                 &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                    &lt;td rowspan="12" bg="" style="color: rgb(0, 255, 153);" valign="top" width="22%"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1905:                      a primeira revolução &lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/revolucao_russa/linha02.jpg" height="187" width="285" /&gt;&lt;br /&gt;                    &lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;O Domingo                      Sangrento: os cossacos atiram sobre a manifestação&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;                    &lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1905&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;22/1:                      &lt;i&gt;Domingo Sangrento&lt;/i&gt;: cossacos fuzilam passeata de 200                      mil diante do palácio do czar; 4 mil mortos (para o                      governo czarista, 96); começa a Revolução                      de 1905.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;5/2:                      Grande passeata no Rio contra os fuzilamentos e deportações                      na Rússia czarista.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;13/5:                      Nasce o 1º Soviet (Conselho) de operários em Ivanovo,                      inspirador do sistema soviético.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;                       &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                          &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;27/6:                            Revolta dos marinheiros do encouraçado russo                            &lt;i&gt;Potenkin&lt;/i&gt;, celebrizada no filme de Sergei Eisenstein                            (1988-1948), obra prima do cinema, que a ditadura brasileira                            proibirá. &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;td width="158"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/revolucao_russa/linha03.jpg" height="145" width="158" /&gt;&lt;br /&gt;                          &lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;Cena                            do filme de Eisenstein&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;                       &lt;/tr&gt;                     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;23/10:                      Revolta dos marinheiros da fortaleza de Cronstadt, selvagemente                      esmagada.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;30/10:                      No Manifesto de Outubro, o czar Nicolau II responde à                      revolução com concessões parciais; criação                      da Duma do Estado (Parlamento).&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;8/11/1905:                      Lênin volta clandestinamente à Rússia                      para a Revolução de 1905.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;7/12:                      Insurreição operária em Moscou, 1 milhão                      de grevistas no mês. Auge da Revolução                      Russa de 1905.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1906&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Março:                      1ª eleição para a Duma (Parlamento) russa,                      sem voto das mulheres, soldados e minorias nacionais; os bolcheviques                      pregam o boicote; maioria dos partidos da oposição                      burguesa e pequeno-burguesa.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;9/11/1906:                      Reforma do 1º ministro Stolypin estimula a penetração                      do capitalismo no campo.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;               &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;              &lt;td align="left"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;              &lt;td align="left"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" width="100%"&gt;                 &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                    &lt;td rowspan="6" bg="" style="color: rgb(0, 255, 153);" valign="top" width="22%"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;Tempos                      de reação&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1907&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Fevereiro:                      Eleições da 2ª Duma; os bolcheviques levam                      em conta o descenso após a derrota da revolução                      e participam; elegem 2 deputados.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1912&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;4/4:                      Massacre de Lena. Greve em mina de ouro da Sibéria                      recebida a bala; 500 mortos; gera greves de protesto em toda                      a Rússia.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;                       &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                          &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;5/5:                            Sai o jornal &lt;i&gt;Pravda (A Verdade&lt;/i&gt;), dirigido por                            Josef Stálin (1879-1953); diário e legal,                            vendido a 1 &lt;i&gt;copek&lt;/i&gt;, um sucesso apesar das perseguições;                            após a revolução, será o                            órgão do PC da URSS.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;td width="100"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/revolucao_russa/linha04.jpg" height="145" width="141" /&gt;&lt;br /&gt;                          &lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;Lênin                            lê o &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;Pravda&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                       &lt;/tr&gt;                     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1914&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;3/7:                      A Rússia entra na 1ª Guerra Mundial, a pretexto                      de defender a Sérvia da Alemanha; em 4 anos o conflito                      custará 3,3 milhões de vidas, sendo 1.500 civis;                      no início os trabalhadores russos, intoxicados pela                      propaganda “patriótica”, repudiam a pregação                      bolchevique contra a guerra imperialista.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1915&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;21/5:                      Lênin, no exílio, publica &lt;i&gt;A falência                      da 2ª Internacional&lt;/i&gt;, onde denuncia a traição                      da maioria dos partidos operários à causa internacionalista                      e proclama guerra à guerra para redividir o mundo entre                      as potências imperialistas.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1916&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Junho:                      Lênin conclui o livro &lt;i&gt;O imperialismo, última                      fase do capitalismo&lt;/i&gt;, talvez sua obra mais influente, onde                      analisa a passagem do sistema burguês à sua fase                      monopolista; conclui que a época do imperialismo será                      também a época das revoluções                      proletárias. &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;               &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;              &lt;td align="left"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;              &lt;td align="left"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" width="100%"&gt;                 &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                    &lt;td rowspan="9" bg="" style="color: rgb(0, 255, 153);" valign="top" width="22%"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1917:                      o ano da revolução&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1917&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;22/1:                      Nova grande greve na usina Putilov, em Petrogrado, anuncia                      a volta dos tempos revolucionários.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/revolucao_russa/linha05.jpg" height="230" width="285" /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;No                      destaque, o soldado que iniciou a rebelião em fevereiro&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;                    &lt;br /&gt;                   &lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;                   27/2: Soldados que o czar enviou a Petrogrado contra as manifestações                      de massas aderem à revolução; libertação                      de presos políticos; forma-se o 1º soviet de 1917,                      em Petrogrado.&lt;/span&gt; &lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;2/3:                      (27/2 pelo calendário ortodoxo): A revolução                      popular derruba o czar. A Rússia inicia sua 1ª                      fase de liberdade democrática; forte agitação                      político-social.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;                       &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                          &lt;td valign="top" width="144"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/revolucao_russa/linha06.jpg" height="175" width="140" /&gt;&lt;br /&gt;                         &lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;O                            retorno, em tela soviética&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;/td&gt;                         &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;4/4:                            Lênin volta do exílio em trem blindado                            alemão; discursa de cima de um tanque na Estação                            Finlândia de Petrogrado e conclui com vivas à                            revolução socialista; nas &lt;i&gt;Teses de                            abril&lt;/i&gt;, explica que, feita a revolução                            democrática, é hora de lutar pelo socialismo.&lt;i&gt;                            &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                       &lt;/tr&gt;                     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;                       &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                          &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;3/7:                            &lt;i&gt;Jornadas de Julho&lt;/i&gt;, manifestações                            espontâneas de apoio ao poder soviético;                            o governo reage prendendo líderes bolcheviques                            e mandando a polícia atirar sobre as multidões.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;td width="100"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/revolucao_russa/linha07.jpg" height="174" width="160" /&gt;&lt;br /&gt;                         &lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;Uma                            das jornadas após a repressão&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;                       &lt;/tr&gt;                     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;3/8/:                      Novo governo provisório, com o socialista-revolucionário                      de direita Alexander Kerensky (1881-1970) como 1º ministro;                      será derrubado pela inssurreição de outubro.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;9/9:                      Kornilovada; o general reacionário Lavr Kornilov envia                      suas tropas contra Petrogrado e instala a lei marcial na cidade                      para esmagar os soviets; operários se armam em defesa                      da capital; início do conflito armado que desembocará                      na guerra civil.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td rowspan="2" align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; 2/1:                      A cidade russa de Porto Artur se rende ao Japão. A                      derrota produz a Revolução de 1905.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;3/1:                      Operários entram em greve na enorme usina metalúrgica                      Putilov, em Petrogrado.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;               &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;              &lt;td align="left"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;              &lt;td align="left"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" width="100%"&gt;                 &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                    &lt;td rowspan="7" bg="" style="color: rgb(0, 255, 153);" valign="top" width="22%"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;Outubro:                      a tomada do poder&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/revolucao_russa/linha08.jpg" height="197" width="285" /&gt;&lt;br /&gt;                    &lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;Revolucionários                      bolcheviques em armas em Petesburgo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td rowspan="2" align="right" valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1917&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;2/9:                      Na votação para o Soviet de Petrogrado, os bolcheviques                      crescem 50% e elegem 1/3 dos delegados.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Setembro:                      Lênin entrega para publicação, sem concluir,                      o livro &lt;i&gt;O Estado e a revolução&lt;/i&gt;; onde                      traça os rumos do novo regime de ditadura do proletariado;                      comenta que "é mais útil e mais agradável                      fazer a experiência de uma revolução do                      que escrever sobre ela".&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;                       &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                          &lt;td valign="top" width="104"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/revolucao_russa/linha09.jpg" height="150" width="100" /&gt;&lt;br /&gt;                          &lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;Trotsky,                            em 1917&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;9/10:                            O Soviet de Petrogrado, epicentro da agitação                            revolucionária, elege como presidente Leon Trotsky                            (nascido Leo Davidovitch Bronstein, 1879-1940), que                            ingressou no partido bolchevique naquele ano.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                       &lt;/tr&gt;                     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/revolucao_russa/linha10.jpg" height="212" width="285" /&gt;&lt;br /&gt;                    &lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;Reconstituição                      da tomada do Palácio, no seu 3º aniversário&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;                    &lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;7/11:                      (25/10 pelo antigo calendário russo) Insurreição                      de operários, camponeses e soldados na Rússia,                      com a bandeira de “Paz, Pão e Terra” e sob direção                      dos bolcheviques de Lênin; o sinal para a revolução                      são os tiros do cruzador Aurora, a batalha-símbolo                      é a tomada do Palácio de Inverno, em Petrogrado;                      começa a 1ª experiência de construção                      do socialismo no mundo.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;8/11:                      O 2º Congresso dos Soviets de Toda a Rússia proclama                      os decretos da Paz e da terra na Rússia, cumprindo                      as promessas da Revolução.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;               &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;                            &lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;              &lt;td align="left"&gt; &lt;p align="left"&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;              &lt;td align="left"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" width="100%"&gt;                 &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                    &lt;td rowspan="12" bg="" style="color: rgb(0, 255, 153);" valign="top" width="22%"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;A                      Guerra Civil&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1918&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;15/1:                      Criação do Exército Vermelho.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;3/3/1918:                      Tratado de Brest-Litovsk estabelece a paz com a Alemanha;                      a Rússia soviética sofre perdas territoriais                      para cumprir a principal bandeira da revolução.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;6/4:                      Tropas do Japão desembarcam em Vladivostok para intervir                      na Guerra Civil contra a Rússia revolucionária.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;10/7:                      O 5º Congresso dos Soviets aprova a Constituição                      Soviética.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;30/8:                      A contra-revolucionária Fanny Kaplan acerta dois tiros                      em Lênin.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1919&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;                       &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                          &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;3/3:                            Começa em Moscou o 1º Congresso da Komintern                            (3ª Internacional Comunista); onda mundial de fundação                            de partidos comunistas, inspirados nos bolcheviques                            russos.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;td width="100"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/revolucao_russa/linha11.jpg" height="197" width="180" /&gt;&lt;br /&gt;                          &lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;                            Lênin à mesa do 1º Congresso da IC&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;                          &lt;/td&gt;                       &lt;/tr&gt;                     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;1/5:                      O maior 1º de Maio até então no Brasil:                      50 mil no Rio. Forte influência da Revolução                      Russa, apoio aos Soviets na Guerra Civil.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1920&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;                       &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                          &lt;td valign="top" width="104"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/revolucao_russa/linha12.jpg" height="132" width="100" /&gt;&lt;br /&gt;                          &lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;John                            Reed&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;17/10:                            Morre de tifo em Moscou o jornalista americano John                            Reed, 32 anos, autor do livro &lt;i&gt;Dez dias que abalaram                            o mundo&lt;/i&gt;, obra clássica da grande reportagem                            jornalística, e entusiasta da Revolução                            Russa; é sepultado como herói, na Praça                            Vermelha&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                       &lt;/tr&gt;                     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td rowspan="4" align="right" valign="top" width="8"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;1922&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;21/3:                      O 10º Congresso do Partido Comunista substitui o Comunismo                      de Guerra pela Nova Política Econômica, de transição                      gradual para o socialismo, que vigora até 1927.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;3/4:                      O 11º Congresso do PC cria o cargo de secretário-geral                      e elege para ele Josef Stálin.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;25/10:                      O Exército Vermelho toma Vladivostok, última                      grande cidade em poder dos “brancos” contra-revolucionários;                      a Rússia Socialista vence a Guerra Civil, ao custo                      de 10 milhões de vidas e da destruição                      de 20% de sua capacidade industrial.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;29/12:                      Conferência plenipotenciária de 4 repúblicas                      sóviéticas (Rússia, Transcaucásia,                      Ucrânia e Bielorússia) aprova o tratado de criação                      da URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas,                      ou, abreviadamente, União Soviética).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.vermelho.org.br&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611488375482595902-1648903020419846820?l=pcdoblages.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcdoblages.blogspot.com/feeds/1648903020419846820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611488375482595902&amp;postID=1648903020419846820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/1648903020419846820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/1648903020419846820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcdoblages.blogspot.com/2007/11/revoluo-russa-1917-2007-90-anos.html' title='REVOLUÇÃO RUSSA - 1917-2007 - 90 ANOS'/><author><name>PC do B Lages</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611488375482595902.post-7691388438413978782</id><published>2007-10-12T14:28:00.000-07:00</published><updated>2007-10-12T14:38:31.757-07:00</updated><title type='text'>Os 40 anos sem San Ernesto de La Higuera</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/Rw_nSxAmS9I/AAAAAAAAABw/tXhHeXNw6Ps/s1600-h/Che-40-Bolivia_Manifestacao.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/Rw_nSxAmS9I/AAAAAAAAABw/tXhHeXNw6Ps/s320/Che-40-Bolivia_Manifestacao.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5120565610923051986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Vila onde o revolucionário argentino foi assassinado é palco de atos em sua memória; para parte da população local, ele é santo. Por Igor Ojeda,&lt;br /&gt;&lt;div class="newsImageContainer"&gt;10/10/2007 &lt;i&gt;de La Higuera e Vallegrande (Bolívia).&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;                                   &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;b&gt;A América acorda&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="western" align="justify"&gt;Por volta da meia-noite, o ato teve início. Entre os presentes no palco, Leonardo Tamayo, o Urbano, um dos cinco sobreviventes da guerrilha da Bolívia; o filho de Roberto Peredo, o "Coco", morto em combate na mesma guerrilha; e Rogelio e Enrique Acevedo, que lutaram com Che na Sierra Maestra em Cuba.&lt;br /&gt;O presidente da Fundação Che Guevara, Oswaldo Peredo, lembrou que os aniversários de morte do guerrilheiro argentino eram recordados com um sentimento de nostalgia e desolação, e as atividades eram realizadas clandestinamente. "No entanto", disse, "há dez anos, o povo decidiu que não haveria mais homenagens clandestinas. Os atos são todos públicos, com a testa erguida e o peito aberto. Agora, eles [os militares] é que estão reclusos e são obrigados a fazerem seus atos em um quartel".&lt;br /&gt;Já para Urbano, o fato de muitas pessoas terem ido render homenagem ao "homem que lutou e morreu pela causa mais justa" é um sinal de que "os povos de nossa América estão acordando. Acordou a Venezuela, sob a direção de Hugo Chávez. Da mesma maneira, o fez o heróico povo da Bolívia, sob o comando de Evo Morales".&lt;br /&gt;À uma e 45 da manhã, Urbano e o filho de Coco, também chamado Roberto, acenderam uma grande fogueira, simbolizando uma vigília em honra de Che Guevara.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Guevaristas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="western" align="justify"&gt;No dia 8, em Vallegrande, distante cerca de 60 km de La Higuera, o grande destaque foi a presença do presidente da Bolívia, Evo Morales. Vallegrande é a cidade para qual Che foi levado depois de morto para ser apresentado à imprensa internacional exposto na lavanderia do hospital Nuestro Señor de Malta e também local onde acabou sendo enterrado clandestinamente.&lt;br /&gt;Durante o ato central do II Encontro Mundial Che Guevara, o governo boliviano lançou dois selos comemorativos aos 40 anos da morte do guerrilheiro argentino.&lt;br /&gt;Em seu discurso, feito na antiga pista do aeroporto na qual em 1997 foram encontrados os restos mortais de Che e de mais seis guerrilheiros, Morales falou do legado de Che: "Ele continuará até que se alterem os sistemas econômicos. Estou falando em acabar com o capitalismo". Disse também que a melhor homenagem que se pode prestar ao guerrilheiro é "agir com honestidade, com transparência, e manter uma posição anti-neoliberal e antiimperialista".&lt;br /&gt;&lt;a name="DDE_LINK"&gt;&lt;/a&gt; Evo afirmou ainda que, hoje, a luta de um bom revolucionário vai além de libertar seu povo. Deve-se recuperar os recursos naturais que lhe pertencem. Em seguida, citou as receitas do Estado que aumentaram com a nacionalização dos hidrocarbonetos.&lt;br /&gt;Por fim, criticou seus oposicionistas. "Haverá muitos repúdios sobre minha presença aqui. Mas não temos o que esconder. Somos guevaristas. Somos humanistas. Somos revolucionários".&lt;br /&gt;Durante o ato, o ceticismo dos que não acreditam no poder místico de San Ernesto de La Higuera foi posto à prova. Enquanto se cantava uma música em homenagem a Che Guevara, os presentes na manifestação começaram a apontar para o céu, maravilhados. Um grande arco-íris dava uma volta completa em torno do sol a pino, formando uma espécie de auréola.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611488375482595902-7691388438413978782?l=pcdoblages.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcdoblages.blogspot.com/feeds/7691388438413978782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611488375482595902&amp;postID=7691388438413978782' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/7691388438413978782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/7691388438413978782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcdoblages.blogspot.com/2007/10/os-40-anos-sem-san-ernesto-de-la.html' title='Os 40 anos sem San Ernesto de La Higuera'/><author><name>PC do B Lages</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/Rw_nSxAmS9I/AAAAAAAAABw/tXhHeXNw6Ps/s72-c/Che-40-Bolivia_Manifestacao.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611488375482595902.post-614095252525642937</id><published>2007-10-07T16:28:00.000-07:00</published><updated>2007-10-07T16:42:42.832-07:00</updated><title type='text'>CHE. Sua ideologia mais viva do que nunca. Ato em defesa de CHE e contra a revista reacionária Veja.</title><content type='html'>&lt;p  class="data" align="left" style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;1 DE OUTUBRO DE 2007 - 18h40&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;h1  style="font-family:georgia;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;  Em defesa de Che, UJS queima revista ''Veja'' em frente à Abril  &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt; &lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;   &lt;/span&gt;&lt;div id="lead"  style="background-color: rgb(239, 239, 239);font-family:Arial,Verdana;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para protestar contra a capa da revista &lt;em&gt;Veja &lt;/em&gt;desta semana, intitulada “Che – A farsa do herói” a União da Juventude Socialista (UJS) fará um ato nesta terça-feira (2), ás 13 horas, em frente à Editora Abril, no bairro Pinheiros da capital paulista. Cerca de 50 manifestantes prometem queimar dezenas de revistas e promover um boicote à edição que retrata o ícone revolucionário como um “porco” que “morreu e foi santificado antes que seu narcisismo suicida e os crimes que decorreram dele pudessem ser julgados com distanciamento”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div  id="imagem" style="font-family:georgia;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;  &lt;img src="http://www.vermelho.org.br/admin/img_upload/vejachegr.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Matéria usa Che para atacar Cuba e o socialismo&lt;/i&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;  &lt;/span&gt; &lt;div  id="artigo" style="font-family:georgia;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;          &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A matéria &lt;a target="_blank" href="http://veja.abril.com.br/031007/p_082.shtml"&gt;“Che, Há quarenta anos morria o homem e nascia a farsa”,&lt;/a&gt; assinada pelos jornalistas Diogo Schelp e Duda Teixeira, aproveita a lembrança dos 40 anos do assassinato de Ernesto Guevara Lynch de la Serna – no dia 8 de outubro de 1967 na Bolívia – para divulgar um verdadeiro panfleto contra Cuba, Fidel Castro e o socialismo.&lt;br /&gt;“Vamos protestar contra a revista &lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt; que mais uma vez publica uma matéria caluniosa e pejorativa contra um dos lutadores de que a juventude mais se orgulha no mundo. Vamos fazer um contra-ponto a essa ação reacionária que deturpa a história de Che nos 40 anos de sua morte”, explicou ao &lt;strong&gt;Vermelho&lt;/strong&gt; o estudante e professor de história Rodrigo Moreira Campos, 24, também presidente da UJS da cidade de São Paulo.&lt;br /&gt;O protesto ainda exigirá a abertura da CPI Abril-Telefônica/TVA no Congresso Nacional, além de pautar a democratização dos meios de comunicação.&lt;br /&gt;“A Abril não tem moral nenhuma para falar de figuras como Che, já que agora a editora está envolvida em denúncias que atentam contra a nossa Constituição Federal. Por isso, também vamos protestar pela abertura imediata da CPI Abril-Telefônica/TVA no Congresso e para que no dia 5 de outubro, data que vence o prazo de várias concessões de TV e rádio no país, se faça um debate aberto sobre a mídia, seu papel e a necessidade de maior participação social na definição de concessões”, afirmou Rodrigo.&lt;br /&gt;O líder socialista também disse estar empenhado nesta segunda em convidar as organizações que defendem a democratização dos meios de comunicação para o ato.&lt;br /&gt;“Nossa manifestação é aberta a todos e todas que repudiam esta matéria antidemocrática da &lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt; e desejam que no país ocorra mais pluralidade de opiniões em todos os grandes veículos de comunicação”, agrega Rodrigo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;strong&gt;Manipulação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para o jornalista e escritor Celso Lungaretti a matéria da revista passou longe de ser jornalística.&lt;br /&gt;“Não houve, em momento algum, a intenção de se fazer justiça ao homem e dimensionar o mito. A avaliação negativa precedeu e orientou a garimpagem dos elementos comprobatórios. Tratou-se apenas de coletar, em todo o planeta, quaisquer informações, boatos, deturpações, afirmações invejosas, difamações, calúnias e frases soltas que pudessem ser utilizadas na montagem de uma furibunda catalinária contra o personagem histórico Ernesto Guevara, com o propósito assumido de se demonstrar que o mito Che Guevara seria uma farsa”, &lt;a target="_blank" href="http://jorgecorrea-correando.blogspot.com/2007/09/veja-mira-guevara-e-d-tiro-no-p.html#links"&gt;disse Lungaretti em seu blog nesta segunda.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O escritor também comparou a posição histórica da revista à adotada pelo fascismo e pela ditadura.&lt;br /&gt;“Típica também – e não por acaso – da retórica das viúvas da ditadura são as afirmações da &lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt;. [Para a revista] a onda revolucionária que se avolumou na América Latina durante as décadas de 1960 e 1970 teria como causa ‘as concepções de revolução pela revolução’ de Guevara e não a miséria, a degradação e o despotismo a que eram submetidos seus povos. E a responsabilidade pelos banhos de sangue com que as várias ditaduras sufocaram anseios de liberdade e justiça social caberia às vítimas, não aos carrascos”, escreveu o professor.&lt;br /&gt;“É o que a propaganda enganosa dos sites fascistas martela dia e noite, tentando desmentir o veredicto definitivo da História sobre os &lt;em&gt;Médicis&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Pinochets &lt;/em&gt;que protagonizaram ‘alguns dos mais desastrosos eventos da história contemporânea das Américas’”, concluíu.&lt;br /&gt;Para Celso Lungaretti a matéria-de-capa não passa de “mais um exercício do &lt;em&gt;jus esperneandi &lt;/em&gt;a que se entregam os que têm esqueletos no armário e os que anseiam por uma recaída totalitária, com os eventos desastrosos e os banhos de sangue correspondentes”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Mito e realidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entre outros problemas apontados pela UJS na matéria está o fato de o texto tentar aliar a figura de Che Guevara com a de um jovem sanguinário.&lt;br /&gt;“A matéria tenta emplacar a idéia de que Che era sedento por sangue, que só pensava em matar e menosprezava o ideal socialista em nome da morte. Mas quem conhece a história sabe que Guevara era antes de tudo um humanista, disposto a dar a própria vida em nome de seus ideais e por um mundo mais justo para todos. Ele sempre lutou pela vida e pelo socialismo”, contesta Rodrigo.&lt;br /&gt;Já para Gustavo Petta, ex-presidente da UNE, o alvo da publicação é desacreditar Che.&lt;br /&gt;“Esse é o alvo da publicação. Desacreditar Che é mais um trabalho ideológico de por fim a luta pelo socialismo. Mas, enganam-se Roberto Civita e sua laia. Não é qualquer matéria dessa natureza que descolará Ernesto Che Guevara dos mais altos ideais de justiça e igualdade, e mesmo se Che esmorecer, a luta pelo socialismo, do qual ele é um símbolo, persistirá. Enquanto houver a brutal desigualdade entre os homens, haverá os que lutam para mudar tal situação”, &lt;a target="_blank" href="http://z001.ig.com.br/ig/13/33/1000289/blig/blogdopetta/2007_10.html#post_18966543"&gt;concluiu Petta nesta segunda em seu blog.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;strong&gt;Ato em defesa de Che e contra a revista &lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Serão queimadas dezenas de revistas em protesto&lt;br /&gt;Data : terça-feira (2/10)&lt;br /&gt;Local: Concentração às 11h na sede nacional da UJS (Rua 13 de maio, 1016 – Bela Vista)&lt;br /&gt;Ato às 13h em frente a Editora Abril (Av. das Nações Unidas, 7221 – Pinheiros / próximo a estação Pinheiros de trem e do Shopping Eldorado).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611488375482595902-614095252525642937?l=pcdoblages.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcdoblages.blogspot.com/feeds/614095252525642937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611488375482595902&amp;postID=614095252525642937' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/614095252525642937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/614095252525642937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcdoblages.blogspot.com/2007/10/che-sua-ideologia-mais-viva-do-que.html' title='CHE. Sua ideologia mais viva do que nunca. Ato em defesa de CHE e contra a revista reacionária Veja.'/><author><name>PC do B Lages</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611488375482595902.post-794052205207693111</id><published>2007-09-23T20:05:00.000-07:00</published><updated>2007-09-23T20:24:47.024-07:00</updated><title type='text'>Um dia de Glória em Lages: O Grito dos Excluídos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/RvcqgRAmS7I/AAAAAAAAABc/2PU_974Wa2c/s1600-h/Fotos+show+ivete+sangalo+827.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/RvcqgRAmS7I/AAAAAAAAABc/2PU_974Wa2c/s320/Fotos+show+ivete+sangalo+827.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5113602635712580530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;PCdoB de Lages também estava presente no grito dos excluídos realizado dia 07 de setembro. Junto com outras entidades e movimentos sociais como o MST, CPT, Cáritas, Movimento Punk, Casa do Trabalhador, promovemos o grito de basta. Mudanças JÁ.&lt;br /&gt; Nossa política econômica precisa mudar.&lt;br /&gt;- Sim a reestatização da Vale do Rio Doce. Chega de evasão de divisas.&lt;br /&gt;- Diga não a privatização da água.&lt;br /&gt;- Preço justo para a luz, o consumidor tem que pagar o preço certo. Atualmente pagamos 8 vezes mais o valor da luz em nossas casas.&lt;br /&gt;- Sim a reforma agrária.&lt;br /&gt;E muitas outras reivindicações. Lages sentiu que não estamos parados olhando a banda passar. Sabemos e conhecemos nossos direitos e estamos exigindo que eles sejam cumpridos. Todos os setores da sociedade precisam se unir diante de tanta desinformação a qual somos logrados todos os dias. E esse é o nosso papel, trazer a tona o direito de exigir e cobrar das "autoridades" aquilo que pertence e é do povo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611488375482595902-794052205207693111?l=pcdoblages.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcdoblages.blogspot.com/feeds/794052205207693111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611488375482595902&amp;postID=794052205207693111' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/794052205207693111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/794052205207693111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcdoblages.blogspot.com/2007/09/um-dia-de-glria-em-lages-o-grito-dos.html' title='Um dia de Glória em Lages: O Grito dos Excluídos'/><author><name>PC do B Lages</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/RvcqgRAmS7I/AAAAAAAAABc/2PU_974Wa2c/s72-c/Fotos+show+ivete+sangalo+827.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611488375482595902.post-820262116477787756</id><published>2007-08-19T12:46:00.000-07:00</published><updated>2007-08-19T12:51:26.610-07:00</updated><title type='text'>Este episódio esteve a margem da História do Brasil.</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="386"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="3"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="386"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="151"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/hoje/logo2.gif" height="43" hspace="10" width="208" /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;"&gt;Aconteceu em 19 de agosto &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;           &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td rowspan="6" width="33"&gt; &lt;/td&gt;           &lt;td width="320"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/hoje/fio.gif" height="1" vspace="3" width="320" /&gt;&lt;/td&gt;           &lt;td rowspan="6" width="33"&gt; &lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td bgcolor="#d6d6d6"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="320"&gt;             &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;               &lt;td width="10"&gt; &lt;/td&gt;               &lt;td colspan="2"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#ea1515;"&gt;&lt;b&gt;1961 - Dia da Medalha&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width="10"&gt; &lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td width="10"&gt; &lt;/td&gt;               &lt;td bordercolor="#FFFFFF" height="282" valign="top" width="173"&gt;&lt;img src="http://www.vermelho.org.br/hoje/0819g.jpg" height="279" width="169" /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td valign="top" width="127"&gt;&lt;p style="margin-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Jânio                   Quadros condecora Che Guevara com a Ordem do Cruzeiro e abre                   crise política: vários militares devolvem suas condecorações                   em protesto. Conservador em todos os sentidos, o governo Jânio                   reserva para a política externa posturas de desafio aos EUA e                   à reação.&lt;/span&gt;                                                                 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p style="margin-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;i&gt;Che recebe a               condecoração&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width="10"&gt; &lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;           &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611488375482595902-820262116477787756?l=pcdoblages.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcdoblages.blogspot.com/feeds/820262116477787756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611488375482595902&amp;postID=820262116477787756' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/820262116477787756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/820262116477787756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcdoblages.blogspot.com/2007/08/este-episdio-esteve-margem-da-histria.html' title='Este episódio esteve a margem da História do Brasil.'/><author><name>PC do B Lages</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611488375482595902.post-5076552220769890885</id><published>2007-08-12T15:12:00.000-07:00</published><updated>2007-08-12T15:54:06.504-07:00</updated><title type='text'>O Socialismo assume o Estado:</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/Rr-O4lzNUeI/AAAAAAAAABU/qzOPhtX4mpI/s1600-h/comuna+povo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/Rr-O4lzNUeI/AAAAAAAAABU/qzOPhtX4mpI/s320/comuna+povo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5097950406077403618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;O trabalho noturno foi abolido;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Oficinas que estavam fechadas foram reabertas para que cooperativas fossem instaladas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Residências vazias foram desapropriadas e ocupadas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Em cada residência oficial foi instalado um comitê para organizar a ocupação de moradias;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Todas os descontos em salário foram abolidos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A jornada de trabalho foi reduzida, e chegou-se a propor a jornada de oito horas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os sindicatos foram legalizados;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Instituiu-se a igualdade entre os sexos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Projetou-se a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Autogest%C3%A3o" title="Autogestão"&gt;autogestão&lt;/a&gt; das fábricas (mas não foi possível implantá-la);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O monopólio da lei pelos advogados, o juramento judicial e os honorários foram abolidos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Testamentos, adoções e a contratação de advogados se tornaram gratuitos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O casamento se tornou gratuito e simplificado;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A pena de morte foi abolida;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O cargo de juiz se tornou eletivo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_Revolucion%C3%A1rio_Franc%C3%AAs" title="Calendário Revolucionário Francês"&gt;calendário revolucionário&lt;/a&gt; foi novamente adotado;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Estado e a Igreja foram separados; a Igreja deixou de ser subvencionada pelo Estado e os espólios sem herdeiros passaram a ser confiscados pelo Estado;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A educação se tornou gratuita, secular, e compulsória. Escolas noturnas foram criadas e todas as escolas passaram a ser de sexo misto;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Imagens de santos e outros apetrechos religiosos foram derretidos, e sociedades de discussão foram criadas nas Igrejas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A Igreja de Brea, erguida em memória de um dos homens envolvidos na repressão da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_1848" title="Revolução de 1848"&gt;Revolução de 1848&lt;/a&gt; foi demolida. O confessionário de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_XVI" title="Luís XVI"&gt;Luís XVI&lt;/a&gt; e a coluna Vendome também;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bandeira_vermelha" title="Bandeira vermelha"&gt;Bandeira Vermelha&lt;/a&gt; foi adotada como símbolo da Unidade Federal da Humanidade;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O internacionalismo foi posto em prática: o fato de ser estrangeiro se tornou irrelevante. Os integrantes da Comuna incluíam belgas, italianos, poloneses, húngaros;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Instituiu-se um escritório central de imprensa;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Emitiu-se um apelo à &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Associa%C3%A7%C3%A3o_Internacional_dos_Trabalhadores" title="Associação Internacional dos Trabalhadores"&gt;Associação Internacional dos Trabalhadores&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O serviço militar obrigatório e o exército regular foram abolidos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Todas as finanças foram reorganizadas, incluindo os correios, a assistência pública e os telégrafos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Havia um plano para a rotação de trabalhadores;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Considerou-se instituir uma Escola Nacional de Serviço Público, da qual a atual ENA francesa é uma cópia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os artistas passaram a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Autogest%C3%A3o" title="Autogestão"&gt;autogestionar&lt;/a&gt; os teatros e editoras;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O salário dos professores foi duplicado.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611488375482595902-5076552220769890885?l=pcdoblages.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcdoblages.blogspot.com/feeds/5076552220769890885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611488375482595902&amp;postID=5076552220769890885' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/5076552220769890885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/5076552220769890885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcdoblages.blogspot.com/2007/08/o-socialismo-assume-o-estado.html' title='O Socialismo assume o Estado:'/><author><name>PC do B Lages</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/Rr-O4lzNUeI/AAAAAAAAABU/qzOPhtX4mpI/s72-c/comuna+povo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611488375482595902.post-7699054062155921022</id><published>2007-08-05T13:41:00.001-07:00</published><updated>2007-08-05T17:28:55.504-07:00</updated><title type='text'>O socialismo continua..."trabalhadores de todo o mundo uní-vos".</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/RrY2MFzNUaI/AAAAAAAAAA0/6fRsOZY7x8s/s1600-h/400px-Soviet_propaganda.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/RrY2MFzNUaI/AAAAAAAAAA0/6fRsOZY7x8s/s320/400px-Soviet_propaganda.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5095319609759584674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611488375482595902-7699054062155921022?l=pcdoblages.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcdoblages.blogspot.com/feeds/7699054062155921022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611488375482595902&amp;postID=7699054062155921022' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/7699054062155921022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/7699054062155921022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcdoblages.blogspot.com/2007/08/o-socialismo-continuatrabalhadores-de.html' title='O socialismo continua...&quot;trabalhadores de todo o mundo uní-vos&quot;.'/><author><name>PC do B Lages</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/RrY2MFzNUaI/AAAAAAAAAA0/6fRsOZY7x8s/s72-c/400px-Soviet_propaganda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611488375482595902.post-8962215953473260734</id><published>2007-08-05T13:35:00.001-07:00</published><updated>2007-08-05T13:59:22.726-07:00</updated><title type='text'>Rony - Secretário de Juventude</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/RrY021zNUZI/AAAAAAAAAAs/Li3lXNd4xk4/s1600-h/Imagem+056.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/RrY021zNUZI/AAAAAAAAAAs/Li3lXNd4xk4/s320/Imagem+056.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5095318145175736722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611488375482595902-8962215953473260734?l=pcdoblages.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcdoblages.blogspot.com/feeds/8962215953473260734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611488375482595902&amp;postID=8962215953473260734' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/8962215953473260734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/8962215953473260734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcdoblages.blogspot.com/2007/08/blog-post.html' title='Rony - Secretário de Juventude'/><author><name>PC do B Lages</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/RrY021zNUZI/AAAAAAAAAAs/Li3lXNd4xk4/s72-c/Imagem+056.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611488375482595902.post-6593940309632411987</id><published>2007-08-05T13:32:00.001-07:00</published><updated>2007-08-05T13:35:16.164-07:00</updated><title type='text'>Edson Kakau - Presidente do partido</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_yDRMH2Brotc/RrY0R1zNUYI/AAAAAAAAAAk/e0UDT2wrfus/s1600-h/Imagem+055.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; 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é o nome dado à &lt;a href="http://enciclopedia.tiosam.com/enciclopedia/enciclopedia.asp?title=Doutrina" title="Doutrina"&gt;doutrina&lt;/a&gt; defendida pelo &lt;a href="http://enciclopedia.tiosam.com/enciclopedia/enciclopedia.asp?title=R%C3%BAssia" title="Rússia"&gt;russo&lt;/a&gt; &lt;a href="http://enciclopedia.tiosam.com/enciclopedia/enciclopedia.asp?title=Vladimir_Lenin" title="Vladimir Lenin"&gt;Vladimir Ilitch Ulianov&lt;/a&gt;, mais conhecido como Lenin, que procurou adaptar a teoria marxista do &lt;a href="http://enciclopedia.tiosam.com/enciclopedia/enciclopedia.asp?title=S%C3%A9culo_XIX" title="Século XIX"&gt;século XIX&lt;/a&gt; à nova realidade do &lt;a href="http://enciclopedia.tiosam.com/enciclopedia/enciclopedia.asp?title=S%C3%A9culo_XX" title="Século XX"&gt;século XX&lt;/a&gt;. &lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Marx" title="Karl Marx"&gt;Karl Marx&lt;/a&gt; defendia a revolução do operariado contra a burguesia, a tomada do poder e a construção de uma sociedade socialista. Mas Marx dizia que isto só seria possível em um país onde o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismo" title="Capitalismo"&gt;capitalismo&lt;/a&gt; já estivesse em um estágio avançado e onde o operariado, trabalhadores da indústria, tivesse uma mentalidade revolucionária. Lenin adapta estas teorias para a realidade russa, um país atrasado, agrícola, com vestígios de um sistema feudal e sem nenhuma consciência revolucionária. Lenin diz que a revolução pode ser possível em países atrasados e agrícolas, através da união dos trabalhadores da cidade e do campo e através da teoria da vanguarda do partido comunista. Essa teoria consiste em o partido tomar frente do processo revolucionário e guiar o povo para a revolução. Nas condições da Rússia atrasada, no entanto, Lenin defendia a instalação apenas de um regime de tipo burguês, reformista e radical - aquilo que ele chamava de "ditadura democrática"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Marxismo&lt;/b&gt; é o conjunto de idéias filosóficas, económicas, políticas e sociais elaboradas primariamente por &lt;a href="http://enciclopedia.tiosam.com/enciclopedia/enciclopedia.asp?title=Karl_Marx" title="Karl Marx"&gt;Karl Marx&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://enciclopedia.tiosam.com/enciclopedia/enciclopedia.asp?title=Friedrich_Engels" title="Friedrich Engels"&gt;Friedrich Engels&lt;/a&gt; e desenvolvidas mais tarde por outros seguidores. Interpreta a vida social conforme a dinâmica da luta de classes e prevê a transformação das sociedades de acordo com as leis do desenvolvimento histórico de seu sistema produtivo.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;Os bolcheviques&lt;/b&gt; - liderados por Lenin, apresentavam outra proposta:&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;o partido deveria ser formado por revolucionários profissionais, só sendo membro quem militasse ativamente nas suas fileiras;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;isso se devia à permanente infiltração de "agentes provocadores da polícia secreta do czar e pelas condições gerais da repressão na Rússia, que não permitiam a existência de um partido "aberto";&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;devido ao atraso das massas operárias e camponesas o partido se tornaria a "vanguarda do proletariado" composto por elementos mais conscientizados e endurecidos na luta política, disciplinados e obedientes ao Comitê Central. De certa forma, bolcheviques e mencheviques terminaram por concretizar as "duas vias" para o Socialismo que estavam latentes no pensamento de Marx e Engels. Quando ocorreu a revolução de fevereiro de 1917, derrubando o czarismo, os mencheviques exerciam uma enorme influência no meio dos operários de Petrogrado. No transcorrer do ano foram lentamente se desgastando na sua vã tentativa de amparar a esquálida burguesia russa, terminado por sucumbir junto com ela.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;O leninismo:&lt;/b&gt; Podemos dizer que o Leninismo, como pensamento autônomo dentro do Marxismo, fundia-se inteiramente com o Bolchevismo. Pecaríamos pela verdade no entanto se não estabelecêssemos algumas distinções entre o Leninismo e o Bolchevismo, não esquecendo que, após a morte de Lenin, em 1924, o Bolchevismo continuou existindo, se fraccionando em várias tendências. As principais contribuições de Lenin para o plano teórico-prático do Socialismo e da Revolução seriam os seguintes: a) a tentativa de redefinir as perspectivas do desenvolvimento capitalista e/ou revolucionário na era do Imperialismo. Ao seu ver o Capitalismo encontrava-se extremamente consolidado nos países desenvolvidos fazendo com que parte da classe operária passasse a usufruir de uma melhoria substancial em seu modo de vida. Explicava-se a tendência reformista que o Socialismo havia assumido nestes países. No entanto, a dinâmica revolucionária deslocava-se para a periferia do Sistema. Nos países atrasados, onde o Capitalismo era pouco desenvolvido ocorreria a possibilidade de eclosão da Revolução "quebra a corrente capitalista em seu elo mais fraco". As teorias de Lenin foram consideradas verdadeiras heresias contra o pensamento de Marx e sua posição foi de quase total isolamento.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;A Revolução Russa de Fevereiro (março pelo calendário atual) foi um enorme movimento de massas que espontaneamente rebelaram-se contra o czarismo. Nenhum partido as insulflou. Ao contrário, a grande maioria dos revolucionários militantes foi surpreendida - acrescente-se que a maioria deles estava presa na Sibéria (como Stalin) ou no exílio (Lenin na Suiça e Trotski nos Estados Unidos). Como também foi espontânea a organização de sovietes (conselhos) em todas as fábricas, repartições, bairros e regimentos militares, que passaram a formar um poder paralelo.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;"(...)&lt;b style=""&gt;O marxismo-leninismo&lt;/b&gt; é também uma representação filosófica do mundo e do conhecimento do mesmo. São conceitos fundamentais do materialismo filosófico os de matéria e de movimento como modo de existência da matéria. Os de espaço e o tempo como forma de existência da matéria. O de consciência como propriedade da matéria altamente organizada, ou seja, a capacidade de pensar do homem como produto do desenvolvimento da matéria viva. A importância do trabalho e da linguagem no desenvolvimento do pensamento humano.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por sua vez, a dialéctica materialista coloca em primeiro plano o encadeamento universal, as leis do movimento e o desenvolvimento do mundo objectivo, a forma como estas leis se reflectem na consciência do homem. Referimo-nos à conexão universal dos fenómenos e à relação causa e efeito. Às modificações quantitativas e qualitativas na natureza e na sociedade. À divisão em contrários como fonte principal do desenvolvimento. Ao desenvolvimento dialéctico do inferior para o superior. À dialéctica como método de conhecimento e transformação do mundo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A dialéctica, disse Lenine, é a teoria marxista do conhecimento. Ela estuda a prática como fundamento e fim do conhecimento. O conhecimento como reflexo do mundo objectivo. A doutrina da verdade e a prática como critério da verdade. Os conceitos de necessidade e liberdade.(...)"&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;António Vilarigues (Público, 7/11/06)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611488375482595902-3917269586330820992?l=pcdoblages.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcdoblages.blogspot.com/feeds/3917269586330820992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611488375482595902&amp;postID=3917269586330820992' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/3917269586330820992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611488375482595902/posts/default/3917269586330820992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcdoblages.blogspot.com/2007/08/marxismo-leninismo.html' title='Marxismo-Leninismo'/><author><name>PC do B Lages</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
